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PORTUGAL BATE RECORDE DA DÉCADA COMO DESTINO DE FÉRIAS DOS PORTUGUESES

Há mais de 10 anos que Portugal não era um destino tão escolhido pelos portugueses para gozarem as suas férias. De acordo com a primeira vaga de 2019 do estudo TGI da Marktest – disponibilizada esta semana ao mercado –, apesar de não se registarem quebras nas férias fora do país, 66,9% dos portugueses escolheram Portugal Continental como destino de férias durante o último ano.

Este valor representa um crescimento de 2.1 pontos percentuais face a 2018 e é apenas superado pelo registo do TGI em 2008, quando 71,3% dos inquiridos disseram ter escolhido Portugal para passar férias.

Além de Portugal Continental, os Açores mantêm-se em 2019 como o quarto destino mais procurado pelos portugueses para gozar férias. Com 5,8% de referências dos inquiridos, o arquipélago apresenta-se assim como um destino tão procurado como França.

No segundo lugar das preferências dos destinos de férias dos portugueses mantém-se Espanha, com 21,2% de respostas, quase 3 pontos percentuais acima do verificado em 2018.

Em sentido contrário, o Brasil, que há 10 anos era referido como destino de férias por 3,4% dos portugueses, manteve em 2019 a tendência sucessiva de queda, recuando dos 1,2% de 2018 para 0,5% em 2019. Ou seja, o Brasil está já atrás de destinos de férias como o México ou a Tailândia.

A primeira vaga de 2019 do TGI revela também que um quarto dos portugueses viajou de avião no último ano (24,6%), sendo que o preço do bilhete é factor decisivo para escolha da companhia aérea nas viagens de férias (72,7%). Quando estas viagens são feitas por motivos de trabalho, no entanto, o horário dos voos supera ligeiramente
o preço dos bilhetes como critério decisivo nos voos por trabalho (60,7% contra 59,1% de referências).

No que respeita às estadias, a maioria dos portugueses que ficam em hotéis faz reservas por quatro ou mais dias (59,4%). O preço é o critério preponderante para a escolha dos alojamentos (86,6% de referências), seguido pelos comentários de utilizadores (46,3%).

Fonte Publituris